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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

14
Mar16

Não achas que chega de velas?

Maria das Palavras

Não. Tenho cinquenta velas espalhadas à espera do bolo, entre as pequenas azuis e as duas tradicionais, com o número pintalgado. Não serão velas demais. São mais do que a idade dele. Serão sempre menos do que os desejos que lhe sopro ao ouvido. Amanhã (daqui a pouco) o Moço faz 30 anos. 

 

O Moço faz 30 anos.

 

 

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14
Mar16

Ironia é...

Maria das Palavras

...o dono do restaurante aparecer propositadamente no fim da refeição para pedir desculpas ao grupo por terem acabado as bochecas de porco do menu e perguntar mil vezes se de resto correu tudo bem. Que sim, que sim, correu tudo lindamente. Ele ficar então muito satisfeito e começar a servir cafés. O primeiro diretamente para o colo de um dos nossos amigos. Até ele aparecer tinha corrido tudo bem. 

 

Rir

 

 

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14
Mar16

Tudo tem duas ou três versões.

Maria das Palavras

A dos meus amigos: 

Estávamos todos em grande paródia, espalhados em roda entre as bolachas de alfarroba da cozinha o calor da lareira à frente do sofá, quando de repente a Maria desaparece. Deve ter ido à casa de banho, talvez lhe doesse a barriga, porque apareceu várias horas depois muito despenteada e com cara de poucos amigos.

 

A do Moço:

De repente dou pela falta da Maria. Quando a encontro está a tentar sufocar-se num dos quartos, completamente engolida pelas colchas. Ofereço-lhe ajuda, puxo-a pelo pedaço de perna, única parte do corpo ainda visível. Ela é um peso morto, mas consigo salvá-la antes mesmo que asfixie debaixo das invulgarmente altas temperaturas daquela cama. Começa a debater-se, coitadinha, certamente efeitos da falta de oxigénio do cérebro, mas consigo trazê-la de volta à sala e ela está bem, afinal.

 

A minha:

A dado momento da noite o meu amigo diz-me que vá ao quarto deles se quiser ver como está a temperatura da cama com o tal do cobertor elétrico. Chego de mansinho sem acender a luz ao quarto vazio e deslizo a mão para baixo das cobertas. Calor! Deslizo o braço todo. Mais calor! Deslizo metade do torso. Nunca mais quero sair daqui! Deixo-me adormecer e decido naquele momento que dormirei o resto da vida, porque depois de experimentar aquela sensação não é possível viver de outra maneira. De repente sou bruscamente puxada pelo Moço. Tento pontapeá-lo para me deixar estar, mas ele não larga o osso e vou contrariada, de arrasto, de novo até à sala. Quero um cobertor elétrico.

 

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