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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

13
Out16

Dois dedos de conversa #56

Maria das Palavras

No mesmo dia em que contei isto às minhas amigas (acerca do bouquet de noiva que apanhei sem querer), falava com uma delas a propósito de um jantar na noite das bruxas.


- Então, vens?

- Ainda não consigo dar a certeza. Mas se for levo-te alguma coisa assustadora!

- Boa.

- Como um ramo de flores.

 

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13
Out16

Bob and the mob

Maria das Palavras

Olha, as pessoas a falarem do Nobel da literatura!... De repente até é alguém de quem já leram alguma coisa (no AzLyrics, mas que se lixe). Quem sabe é desta que daqui a uns meses ainda se lembram do nome do premiado da academia (sem ser nos Óscares). Para mim, alguém que põe a literatura no centro da conversa até de pessoas que não lêem (o seu conceito, quais os limites, se tem limites, quem é de valor na área, nomes de autores que "esses-sim", seja o que for) é um tal poeta que nem que seja só por isso até merece um Nobel. Ops, já tem.

 

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13
Out16

Vou casar?

Maria das Palavras

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Parece que sim. Não, não sou eu que digo. Nem foi o Moço. Mas apanhei um trauma gigante quando no casamento a que fui no Sábado passado a minha amiga-noiva me passa o bouquet de olhos vendados. Ela jura que não espreitou. Jura. O que eu sei é que fiz uma tal cara que em vez de exprimir obrigadaaaaaa exprimia "porque é que me fizeste isto?". A sério, está fotografado.

 

No segundo a seguir era ver os nossos amigos todos contentes a perguntar para quando seria e a dar os parabéns. Ou melhor, as amigas, porque os amigos foram logo ter com o Moço e saltaram para cima dele, doidos de felicidade. Senti-me um bocado amnésica e desorientada. Oi? O que é que eu perdi?


Quando depois do casório, contei o sucedido a outras amigas, a reação foi parecida: Parabéns! Agora tem de ser...Errrr. Não. 

Felizmente não acredito em sinais, até porque se acreditasse teria de ter em conta também duas ou três pessoas que vieram dar os parabéns mas logo a seguir não se esqueceram de contar a história dos casais que tinham agarrado o ramo nos seus casamentos e cuja relação não durou muito mais.

Certo é que não há tradição nenhuma que me obrigue a dizer que sim ou a fazer uma festança do nó se eu e o Moço não quisermos. - os dois, se fosse só por ele, era uma festa do nó por ano. 

 

Resta-me fazer o meu melhor por conservar o lindo bouquet que a noiva me confiou, que já tive o cuidado de pendurar de "cabeça" para baixo (não sei se isto é mesmo a técnica certa ou um modo de representar a forca, mas foi o meu nobre conselheiro Google que ensinou). É mesmo o ramo com que ela se casou, mas ela com desprendimento afirmou que era mesmo para mim. Espero é que o estado das flores não seja metáfora de nenhuma das relações. Logo eu, que nem salsa mantenho viva. 

 

 

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