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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

18
Jan18

O norte a entrar na pessoa.

Maria das Palavras

Já sei quem é a senhora da sopa. Voltei a dizer sapatilhas, como sempre disse em Leiria, e a ter um guarda-chuva (por oposição a um chapéu de chuva). Consigo escolher os meus centros comerciais favoritos. Vou mais devagar na iminência do radar da A29. No próximo fim-de-semana vou a Marrocos. 

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17
Jan18

Super(fu)nny*

Maria das Palavras

Portanto, quando as crianças são mostradas com roupinha de Natal da Mo em blogs e vlogs e instas e só vemos o lado bom e engraçado da coisa (por vezes com dinheiro envolvido), criticamos porque as pessoas fazem parecer que a vida delas é perfeita e tudo o que se vê em redes sociais é irreal. 

Quando mostramos a realidade crua, situações a precisar de solução (por vezes com dinheiro envolvido), quem sabe que também se vivem na casa do lado, não se deve expor a criança e fazemos queixa à proteção de menores porque é uma exploração. 

 

*e perdoem-me se isto já foi mais que dito e escrito, mas não li nada sobre a polémica, só sei que deu polémica. É que tenho muito que fazer, que é o que falta a muita gente que vive para o desaguisado da semana e, concorde ou não com qualquer um destes tipos de exposição, podia antes empenhar as suas forças a lutar contra situações realmente gravíssimas, que as há. 

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15
Jan18

7 Favoritos de 2017

Maria das Palavras

1. O BRUNCH

Em 2017 foi tempo de conhecer opções em Espinho, Gaia, Porto, Matosinhos...E se é verdade que tenho ainda muito para explorar, também é verdade que já consigo recomendar uma série de sítios onde adoro ingerir a minha refeição favorita da vida. Se quiserem faço um post com essas várias recomendações, mas para já fica o campeão: o Noshi. Talvez pelo factor surpresa. É um sítio a pender para as opções saudáveis e eu gosto de panquecas com gelado. Mas é tudo simplesmente delicioso. Só comendo. 

 

 

Um #belobrunch como diria a @alicetrewinnard 😆 @noshiporto #brunch #porto

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2. O LIVRO

Este ano fui a vergonha da minha cara e li muito menos. Sei que foi coisa das voltas da vida e da indisponibilidade mas também sei que quando tive tempo livre me perdi noutras formas de lazer mais fáceis e menos ricas. Mas sem dúvida elejo como favorito um livro de que já falei aqui, de um autor que descobri no final do ano passado com outro livro maior e que me conquistou irremediavelmente: Afonso Cruz. 

 

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3. AS PANQUECAS

O BOP pode não ter sido eleito o melhor brunch do Porto por mim, mas certamente é uma opção deliciosa que conta com as melhores panquecas - aliás, a fazer lembrar as que comi na melhor viagem do ano. 

 

 

 

4. A VIAGEM

Eu desconfiava que ia gostar, mas ao mesmo tempo achava que talvez fosse uma cidade sobrevalorizada. No entanto é simplesmente de fazer cair o queixo, de uma dimensão que não se pode explicar. Tenho vídeos de viagem para editar e uma pena desgraçada de ainda não o ter feito, porque sei que foi a viagem perfeita, com sol e neve, com comida da boa (que é como quem diz: má), locais desde sempre no meu imaginário e cantos de gospel. 

 

 

 

5. O BATON

Este ano comecei a ligar a maquilhagem um bocadinho mais a sério. Se há vários produtos que se tornaram favoritos (talvez até se justifique um post sobre isso se quiserem), há um que me vai acompanhar largos anos certamente - já vou no segundo. Matte, bege rosinha, durável, natural, perfeito. O "Bithday Suit" da Sleek. Custa perto de 7€ na Maquillalia (link da imagem) e também se vende na Sephora.

 

 

matteme.png

 

6. A SÉRIE

Nunca tinha visto Good Wife e descobri-a este ano. Devorei algumas temporadas e se é verdade que não foi até ao fim (ainda hei-de ver o resto) também e verdade que foi um bom vício durante longas semanas em que estive sozinha. Portanto vou passá-la à frente da primeira temporada de Designated Survivor que também foi uma pequena maratona, mas já a dois na reta final do ano. Tudo Netflix - há lá outra forma de ver TV, por estes dias? 

 

 

 

7. O PLANNER

Sei que está mais do que na moda ter uma coisa destas e toda a gente tem uma sugestão diferente. Mas este simplesmente "aconteceu" numa visita à Stradivarius para ver a tal área nova de decoração e papelaria que encaixaram nas lojas. Trouxe-o comigo porque achei-o com personalidade e ainda assim elegante o suficiente para aparatos profissionais e tem durado meses (sim, é rosa e de veludo). Tenho-o usado sempre para organizar mentalmente as minhas semanas. Não substituiu a agenda pessoal anual que anda sempre na mala: este está sempre na secretária e organiza os meus afazeres a cada dia (com um nível de detalhe que a agenda nunca chega a conhecer). Já não está na loja portuguesa online (não sei se nas lojas físicas ainda há) mas custou 9,99€ e é este aqui.

 

velvetplanner_stradivarius.jpg

 

 

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14
Jan18

Domingando #diademaria

Maria das Palavras

Dia de Maria #1 | Domingando

 

Um relato completamente desinteressante de uma miúda perfeitamente vulgar num dia como outro qualquer - só que mais monótono, ilustrado no stories do Instagram @maria_das_palavras. Uma espécie de vlog escrito - só que não.

 

Acordar cedo e cedo erguer e essas coisas todas. Gosto de fazer render o dia mesmo. O Moço já tinha saído para a labuta e o Domingo prometia ser de solidão, mas da boa. Acordei quando quis (por essas nove) e peguei-me logo ao telemóvel. Li as mensagens atrasadas da noite anterior, de quem dormitou desde cedo no sofá e gastei as vidas do meu novo jogo-vício no telemóvel: Gardenscapes - não tentem, vão-se arrepender. 

 

Prometi a mim mesma que nem ia sair de casa, mas começou a bater vontade de um pequeno-almoço especial. Gosto de pequenos-almoços com tempo. Então? Fiz um bolo. Substituí o óleo da receita pelo azeite e as laranjas por tangerinas. 

Enquanto cozinhava temperei quilos de carne para cozinhar em duas travessas no forno. Porque vinha um batalhão de gente para o manjar de Domingo? Não, ia almoçar sozinha mesmo. Mas ontem foi dia de visita aos sogros e trouxemos mais carne do que o nosso congelador conesegue comportar. 

 

Com o tablet a acompanhar-me pela casa com as últimas das minhas vloggers favoritas (descobri a Fernanda Souza) e algumas que juro não suportar, mas continuo a seguir, arrumei roupa, lavei roupa, estendi roupa, dobrei meias em par, arrumei a louça da máquina, reorganizei a gaveta das maquilhagens e afins, uma tarefa adiada desde o ano passado. 

No forno um tira bolo, põe carne. Um pequeno-almoço atrasado de bolo de laranja e café com leite. 


Olhei para o meu cabelo sujo (ainda que lavado no dia anterior) e não me aguentei. Livrei-me finalmente do pijama, tomei um longo banho e vesti a chamada roupa-de-casa, caracterizada por ser quente e confortável, mas sempre a combinar senão eu não sou eu. A tentar recuperar apetite para almoçar, fiz uma máscara quente e fria da Caolin. Fico sempre com a sensação de dever cumprido quando faço uma máscara, como se tivesse finalmente ido ao dermatologista. Sequei o cabelo e almocei ao som dos últimos pontos de bateria do tablet. 


Pouco depois das 14h finalmente liguei o aquecedor na sala e instalei-me para fazer render numa tarde de preguiça aquilo que deveria ter sido o relaxamento do dia inteiro. Uns toques no computador para uma voltinha ao blog. Um livro novo (vão lá ver ao Stories, vão, que está lá tudo), porque estou farta de me enganar com o Ken Follet que não me tem motivado. E Netflix, claro. A semana vai ser longa e é preciso dar valor ao sofá. 


Falta uma sopinha nova e quente (com a ajuda da minha Gabriela aka Bimby, para não passar muito tempo fora da divisão com aquecedor) para receber o Moço como manda a lei de uma namorada dedicada. É que ele está doente. Uma constipação, ou nas palavras dele: aii aiii aiiii que morro. Creio que a ida aos sogros antes não foi tanto uma visita normal, como ele a querer despedir-se. E quem sabe a seguir acabar o filme que começamos ontem, antes de me dar o sono: I Don't Feel at Home in This World Anymore. Estava a gostar juro, apesar da soneira. 


Até amanhã, pessoal. 

 

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