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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

24
Set16

Não há nada pior que um blogger a falar do seu blog III

Maria das Palavras

O Moço insiste muito comigo que conte a determinadas pessoas "da nossa vida real" que tenho um blog. Quem sabe foi descobrindo e assim eu nem me importo. Contar, por outro lado, custa-me. Não é que não me orgulhe deste canto pequeno, insignificante para muitos, significativo para mim, mas confesso que tenho vergonha. É mesmo isso, sem tirar nem pôr. Tenho vergonha de chegar ao pé de alguém e dizer, como se fosse alguma coisa de especial: tenho um blog. Para mais estando na idade e inserida em grupos de amigos em que se a novidade não for: finalmente vou casar ou estou grávida, ninguém quer muito saber. Nunca calha em conversa. Os blogs não calham em conversa. O blog era só meu e passou a ser de mais amigos que o foram lendo e percebendo que era eu. Para além disso passou a ser lido por muito mais gente. Tomou uma dimensão que, apesar de modesta, já tem impacto na minha vida - sem que eu esperasse isso de todo -, e é injusto que algumas pessoas próximas não saibam que ele existe ou quem o escreve. Percebo isso. Só que agora já passaram dois anos e aquilo que era um exercício de escrita pessoal sem relevância para mais ninguém tomou dimensão de segredo (sem querer) para os amigos que não sabem. Continua a não ser tão importante. Não é doença, não é profissão, já nem é novidade. Mas também não devia ser tabu. Gostava que soubessem, sem haver um momento em que ficam a saber. É que eu não contei porque não importava e agora que importa tenho vergonha de contar. Afinal como é que se conta uma coisa que é tanto e tão pouco?

 

23
Set16

Finally, we meet.

Maria das Palavras


[Era o livro que me faltava da whishlist publicada em Novembro de 2015. Todos os outros acabaram por me ser oferecidos ao longo dos meses. E este está com tal desconto na FNAC - link na capa - que decidi que o compraria desta, nem que tivesse de vender um rim. Felizmente não foi preciso. Comprei-o, veio morar cá para casa e julgo que vou ter de me mudar para um T3 para o acomodar. Quem já leu este monstrinho?]

 

23
Set16

12 Coisas que provavelmente devia saber fazer aos 30 (e não sei)

Maria das Palavras

1. Coser meias

Posso sempre pegar numa agulha e linha (será que tenho alguma em casa?) e enroscar furiosamente o buraquinho na meia até ter a certeza que não abre. Claro que depois parece que a meia tem um tumor...Já vos disse que a minha avó é costureira?

 

2. Usar lixívia na roupa

Nunca estraguei uma peça de roupa (o segredo é usar sempre só dois programas da máquina e nunca arriscar) e não quero começar agora. Na dúvida...não uso. Se ficar amarelada é porque o tom baunilha está na moda (está?).

 

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3. Manter salsa viva

Penso que tenho comprado sempre salsa suicida. O que que queria mesmo comprar era salsa-camelo (daquela que pode passar 40 dias no deserto sem beber água).

 

4. Manobras de reanimação

Pois se em 30 anos de vida nunca me deparei com uma situação em que fosse necessário, isso deve querer dizer que a probabilidade aumentou a partir de agora, certo? Ao menos tenho de aprender um Heimlichzinho.

 

 

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5. Fazer um "mojito"

Pronto, eu não bebo...mas...também não como cogumelos e sei fazer um guisadinho destes fungos que é a delícia de muitos. Tenho de fazer um curso de barmaid

 

6. Compreender a bolsa

Quer dizer, eu em teoria até percebo o conceito e o que faz subir e descer o valor de cada ação. Mas continua a ser impensável para mim ganhar e perder dinheiro com especulação e possivelmente até apenas rumores. (In)felizmente nem se põe a questão de investir, logo não me atrapalha.

 

7. Dizer "desculpa"

Nas pequenas coisas sim, claro, digo sempre. Nas importantes é que a palavra tem travão. E às vezes é a forma mais fácil de tudo ficar melhor, mesmo que as desculpas sejam para evitar.

 

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8. Tocar um intrumento

Já toquei piano e - não digam a ninguém - clarinete. Tenho noções básicas de música e não sou um burro a olhar para um palácio se me estenderem uma pauta (pouco intrincada). Mas...só me sobrou o dom de tocar as pombinhas da Catrina no teclado. Paciência. O sobrinho gosta.

 

9. Mudar o óleo do carro

Ehhh. Pois. Neste momento nem tenho a certeza se ainda me lembro como se abre a capota...é capota que se diz? Sou a vergonha da minha classe.

 

10. Dançar uma valsa

Com a salsa já vos disse que não me entendo. Nas outras danças é igual. Mas sei dançar bailarico ao som de Quim Barreiros, conta? Aqui está o Ricky Gervais a tentar o Mestre da Culinária. 

 

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11. Receber elogios

Começo logo a passear o olhar pelo tecto, como se fosse maluca, e encolho o queixo até ficar com três. Também consigo corar, o que dá sempre jeito (só que não). Até me safo a agradecer com palavras, mas a reação física diz tudo: coitadinha. 

 

12. Atirar ou apanhar qualquer coisas

"Ok, atira as chaves" é uma frase que ao pé de mim acaba sempre mal. Ou sou eu a atirar e atiro com tão pouca força que me caem aos pés (ou tanta que atingem diretamente o olho do recetor que fica a sangrar) ou sou eu a receber e a coisa atirada já sabe que vai parar ao chão. De chapa.

 

 

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E vocês? Sabem fazer estas todas? Vá, não me desanimem, sejam verdadeiros. Em quais falham?

 

 

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23
Set16

O meu lado conservador.

Maria das Palavras

Gosto que ele siga na frente ao entrar num sítio que não conheço. Gosto que pague a conta (mesmo que o dinheiro seja dos dois). Gosto que seja ele a perguntar informações. Gosto que decida por mim. É uma espécie de instinto primário que pede proteção e orientação, que me quer deixar entregue a quem mais confio. Embora saiba que só gosto disto porque não me é imposto. Embora saiba que só gosto disto porque no fundo decidimos sempre os dois. Embora saiba que só gosto disto porque sou uma mulher livre e independente e faço muitas escolhas todos os dias. Tivessem todas as mulheres do mundo, o poder de escolher quando, como, onde e sob o jugo de quem, ser conservadoras. 

 

22
Set16

As duas coisas que os tugas mais gostam.

Maria das Palavras

Somos mesmo muito fortes nisto: passatempos (grátis até injeções na testa) e solidariedade (hoje és tu a precisar, amanhã posso ser eu, porra, deixa-me contribuir - e o porra é assim dito com tom agudo).  Portanto se não pensarmos em fado, Fátima, futebol e alcovitar, aqui está algo que combina as duas coisas que os tugas mais gostam. 

 

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